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domingo, 8 de maio de 2022

 Fronteira de Monfortinho


Liga a Aldeia de Monfortinho com o município de Moraleja, situado a 30 km. 
O rio Ergues é a fronteira natural, a ponte sobre esta marca o limite da fronteira. A N-239 faz a ligação a Penha Garcia, Monsanto, Proença-a-Velha, Idanha-a-Nova e Castelo Branco

Linha de Fronteira na Ponte sobre o Rio Erges





Termas de Monfortinho
 Estão situadas mesmo no limite de fronteira, o rio Ergues bordeja os jardins, que têm inclusive um marco fronteiriço. 

O Marco de fronteira nº 673 nos jardins das termas na beira do Rio Ergues




Aldeia de Monfortinho
Aldeia do município de Idanha-a-Nova, com cerca de 500 habitantes, e que agrega três lugares: as aldeias de Monfortinho, Torre e Termas de Monfortinho. Antes das guerras da Restauração, Monfortinho tinha importância social, mas depois de 1640 foi praticamente destruída pelos espanhóis.



Aldeia histórica de Monsanto

À época da Reconquista cristão da Península Ibérica, D. Afonso Henriques) apoderou-se desta região, onde se estabeleceu a fronteira com o Reino de Leão e com o Califado Almóada. Para guardá-la, os domínios de Idanha-a-Velha e Monsanto foram doados aos cavaleiros da Ordem dos Templários com a responsabilidade de os repovoar e defender, é atribuída a este período a construção do Castelo de Monsanto.
Embora não haja muita informação sobre a evolução do castelo a sua estrutura foi modernizada no contexto da Guerra da Restauração
No início do século XVIII, no contexto da Guerra da Sucessão Espanhola, um exército franco-espanhol de 10.000 homens, invadiu Portugal subjugando, em sequência, Salvaterra do Extremo, Idanha-a-Nova, Idanha-a-Velha e Monsanto. Ainda nesse ano, deu-se a resposta portuguesa que reconquistou todas as posições, sendo o castelo Monsanto, retomado a 14 de junho de 1704. O castelo e as muralhas de Monsanto encontram-se classificados como Monumento Nacional desde 1948.

Click no link e veja o vídeo de Monsanto
https://youtu.be/ArkjJRoDwnQ










Este Blogue ficou alojado e aconselha nesta área o Hotel Estrela da Idanha, na simpática vila de Idanha-a-Nova. O hotel tem uma excelente localização, rodeado de aldeias históricas, e o hotel em si é muito bom, staff muito atencioso, quarto espaçoso, áreas exteriores muito boas, e um excelente pequeno-almoço.

Click no link e veja o vídeo deste hotel
https://youtu.be/Nbj0WOPyGac



sábado, 7 de maio de 2022

 Fronteira de Salvaterra do Extremo – Zarza la Mayor

 Liga a aldeia de Salvaterra do Extremo a Zarza la Mayor no outro lado da Fronteira, separadas por 8 km. O rio Erges que corre aqui numa garganta de rocha granítica define a linha de fronteira, que antes era disputado, no outro lado o abandonado castelo de Peñafiel recorda esses tempos, atualmente a construção conjunta de um açude e uma praia fluvial conjunta, reúne os dois povos em convívios e veio facilitar a passagem entre os dois lados da fronteira, e consequentemente o comércio. Anualmente neste local, no primeiro domingo de maio, as populações dos dois lados da fronteira organizam conjuntamente uma festa. Uns levam a comida, os outros a bebida.


Rio Ergues nasce em Espanha na serra de Gata, e define a fronteira entre Portugal e Espanha durante cerca de 50 km.


Click no link e veja o vídeo de Salvaterra do Extremo
https://youtu.be/4GmGxumo42M


Salvaterra do Extremo
Aldeia da União das freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo, concelho de Idanha-a-Nova.
As origens da aldeia remontam aos inícios do século XIII, data em que provavelmente a sua primeira fortificação foi construída.
A assinatura do Tratado de Alcanices, em 1297, definiu a fronteira luso-castelhana e a coroa empenhou-se num programa de novas fortificações para assegurar a fronteira negociada, tendo aqui construído um castelo, de traçado circular, defendido por torres. As muralhas foram na sua maior parte desmontadas após as guerras Peninsulares, restando hoje apenas pequenos e dissimulados troços entre o casario e os seus quintais.



Largo da Praça com Pelourinho, Torre do Relógio e antiga casa da Câmara


Passeio Rota do Contrabando
Realiza-se num dos trilhos do contrabando luso-espanhol, por onde outrora se faziam perigosas travessias da fronteira pela calada da noite, uma caminhada de 8 Km, de grande beleza natural, que liga Zarza la Mayor à povoação de Salvaterra do Extremo, uma organização dos municípios dos dois lados da fronteira.
Os participantes deverão concentrar-se pelas 17,30 h no Largo da Igreja de Salvaterra do Extremo, de onde partem às 18,00 h para Zarza la Mayor em autocarro da organização.
A caminhada inicia-se às 19,00 h naquela localidade rumo a Salvaterra do Extremo, onde os participantes terão à sua espera um jantar convívio
A inscrição na Rota do Contrabando tem o valor de 8 euros e inclui transporte de autocarro, a caminhada, seguro, reforços alimentares, jantar e uma pequena lembrança.
Informações e inscrições:  info@turismodenatureza.com
monfortinhosalvaterra.2013@gmail.com - tm: 925 294 766

Zarza la Mayor

Vila e município da província de Cáceres, com cerca de 1220 habitantes. A vila tem as suas origens em tempos pré-históricos, depois foi ocupada por Cartagineses e Romanos, sendo estes que fundaram a atual Zarza la Mayor. Mais tarde foi ocupada pelos Árabes, sendo conquistada em 1212 pelo rei Afonso IX. Em meados do século XVII, devido à revolta da independência do vizinho reino de Portugal, a vila sofreu os rigores do conflito, a vila suportou várias tentativas portuguesas de tomada da cidade. Em 16 de junho de 1665, após um cerco de cinco dias os portugueses conseguiram conquistar a vila, e os seus habitantes foram exilados para outros lugares, retornando três anos depois. Zarza ressuscitou das cinzas e voltou a erguer casas, igrejas, ermidas, palácios. Mas de novo em 5 de maio de 1705, os portugueses incendiaram Zarza la Mayor que de novo foi abandonada voltando a ressuscitar em 1713.

                                Click no link e veja o vídeo de Zarza la Mayor
                                         https://youtu.be/XUvM6loURP4

Igreja de Santo Andrés Apósto
Data do seculo XV, está declarada património histórico-artístico em 1982.

Ayuntamiento

Plaza del Rollo


Plaza Altozano


Fonte da Conceja 
Data do século XVI, está declarada Bem de Interesse Cultural.

Este Blogue ficou alojado e aconselha nesta área o Hotel Estrela da Idanha, na simpática vila de Idanha-a-Nova. O hotel tem uma excelente localização, rodeado de aldeias históricas, e o hotel em si é muito bom, staff muito atencioso, quarto espaçoso, áreas exteriores muito boas, e um excelente pequeno-almoço.

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sábado, 30 de abril de 2022

 Fronteira de Segura – Piedras Albas

Idanha-a-Nova - Alcántara


Liga a Aldeia de Segura, no município de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco com Piedras Albas pequena aldeia e município com cerca de 130 habitantes. 9 Km separam as duas aldeias. Este eixo viário liga Idanha-a-Nova à espetacular cidade de Alcántara, na província de Cáceres. As duas localidades estão separadas por 52 km.
A linha de fronteira tem lugar na Ponte Romana de Segura, construída sobre o rio Ergues, a aldeia de Segura fica a 1,4 km, Idanha-a-Nova a 36 km, e Alcántara a 16 km. A área do município de Idanha-a-Nova tem três fronteiras com Espanha: Segura, Salvaterra do Extremo e Monfortinho.

Segura

Aldeia raiana com cerca de 150 habitantes, pertence à freguesia de Zebreira e Segura, no município de Idanha-a-Nova. Situada num declive com os restos da fortaleza medieval no alto e com o casario predominante branco com grades de ferro nas varandas e janelas, parece revelar afinidades com o lado espanhol.
Locais de Interesse
Fortaleza Medieval; Igreja da Misericórdia data do século XVIII; Torre do Relógio; Pelourinho; Ponte Romana. 








Fortaleza Medieval

O que resta do conjunto defensivo encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público desde 1959.
As origens da fortificação raiana de Segura não são claras, a sua posse definitiva, pela Coroa de Portugal, só se efetivou em 1282.
No contexto da Guerra da Restauração da independência a povoação e sua fortificação readquiriram importância estratégica de defesa da fronteira, sendo a vila dotada de uma muralha envolvente, abaluartada.
Essa defesa foi insuficiente em 1807 durante a Guerra Peninsular, para deter a invasão francesa, que por essa fronteira penetrou.

600 metros depois encontramos o antigo posto fronteiriço 


Ponte Romana de Segura- linha de fronteira



Rio Ergues nasce em Espanha na serra de Gata, e define a fronteira entre Portugal e Espanha durante cerca de 50 km.

No lado espanhol da fronteira


7 km depois encontramos o antigo posto fronteiriço espanhol




     A 14 km Zarza la Mayor e a caricata fronteira com Salvaterra do Extremo

Este Blogue ficou alojado e aconselha nesta área o Hotel Estrela da Idanha, na simpática vila de Idanha-a-Nova. O hotel tem uma excelente localização rodeado de aldeias históricas, e o hotel em si, é muito bom, staff muito atencioso, quarto espaçoso, áreas exteriores muito boas, e um excelente pequeno-almoço.


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https://youtu.be/Nbj0WOPyGac














Idanha-a-Nova
Vila raiana e município do distrito de Castelo Branco, com cerca de 8340 habitantes subdivididos em 13 freguesias, em área é o quarto município mais extenso de Portugal. Faz parte do programa Rede de Cidades Criativas, em 2015 a UNESCO considerou Idanha-a-Nova como Cidade Criativa da Música, expressão artística que acompanha o dia-a-dia das pessoas, tendo o Adufe como símbolo maior. 

Click no link e veja o vídeo do Centro Histórico de Idanha-a-Nova

 Câmara municipal



Solar dos Marqueses da Graciosa


                                                  Capela de Nossa Senhora das Dores

Igreja de São Francisco de Assis, data do século XVIII


Idanha-a-Nova é uma vila para se visitar sem plano, para nos deixarmos perder por ruelas e becos por entre o seu casario 




Igreja de Nossa Senhora da Assunção, uma edificação medieval reconstruída no século XVI 

       Torre Dom Dinis, torre sineira, que integrava o antigo castelo, data da época        medieval, século XIII.

Castelo

Localizado sobre uma escarpa na margem direita do rio Ponsul, foi presumivelmente construído, no século XIII, pela Ordem dos Templários, e integrado na defesa da Beira interior. Atualmente em ruínas, não resta muito apenas um Cruzeiro dos Centenários, o seu antigo recinto foi aplanado e adaptado a miradouro, sendo possível desfrutar de uma fantástica vista panorâmica, sendo possível vislumbrar a fronteira com o país vizinho, Monsanto e a falha de Ponsul, falha tectónica, que foi formada há 300 milhões de anos, quando os continentes se aproximaram, e que separa a superfície do distrito de Castelo Branco da superfície do Alto Alentejo. uma enorme escarpa que se assemelha um degrau


Vista para a falha de Ponsul


Alcántara
Cidade magnifica situada a 52 km de Idanha-a-Nova, brevemente aqui noutro post